Com Biden, Casa Branca voltará a ter cachorro

Lívia Marra

A Casa Branca não teve animais de estimação entre seus moradores nos quatro anos do governo Donald Trump. Mas isso deve mudar com Joe Biden. O presidente eleito tem dois cães da raça pastor alemão: Champ e Major.

Champ está com a família desde 2008, vindo de um criador. Já Major foi adotado pelo democrata em 2018, após chegar ainda filhote ao Delaware Humane Association.

Assim, Major será o primeiro cão de abrigo a morar na Casa Branca, mas não o primeiro cachorro resgatado a viver no local. Isso porque Yuki, pet de Lyndon B. Johnson –presidente entre 1963 e 1969–, foi encontrado por sua filha em um posto de gasolina do Texas, segundo o site Presidential Pet Museum.

Durante a campanha, apoiadores de Biden defenderam a volta de cachorros à Casa Branca, e um vídeo lembrou os pets de ex-mandatários.

Trump foi o primeiro presidente dos Estados Unidos sem pets em quase 150 anos.

Antes do republicano, a Casa Branca tinha dois “embaixadores caninos”: Bo e Sunny, da família Obama. Os cães d’água portugueses chamaram a atenção e precisaram até de uma agenda própria para os compromissos.

Entre os últimos líderes do país, Bush filho tinha três cachorros, um gato e uma vaca –a Ofelia. Clinton era tutor de um cachorro e um gato, e Bush pai tinha dois cachorros.

A Casa Branca já foi o lar de mais de 300 animais, incluindo cavalos, pássaros e até urso. De acordo com um levantamento da revista “Economist”, antes de Trump, o último presidente americano que não teve a companhia de nenhum animal de estimação foi Andrew Johnson, que sofreu um processo de impeachment em 1869.

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